sábado, 26 de setembro de 2015

Uma Crônica sobre Conforto!



“E  aconteceu que, indo eles falando entre si,  e fazendo perguntas um ao outro, o mesmo Jesus se aproximou, e ia com eles.” – João 24;15

“ELE  CAMINHA  CONTIGO”

Os dois discípulos no caminho de Emaús, estavam tristes, mui desolados com os acontecimentos que houvera em Jerusalém naqueles dias: o julgamento e a morte do seu Mestre e Senhor. Eles caminhavam e falavam... caminhavam e comentavam...
Porém, de repente surge um outro Caminhante que, diz as Escrituras “...se aproximou e ia com eles.” (joão 24;15). Que bênção! Apesar de não O reconhecerem, pois “... os olhos deles estavam como  que fechados...” (João 24;16) com o passar dos instantes , eles começaram a se sentir bem na companhia d’Aquele caminhante. O diálogo se desenrolou num clima tão maravilhoso, que depois eles disseram: “...  Porventura não ardia em nós o nosso coração quando, pelo caminho, nos falava,  e quando nos abria as Escrituras?” (João 24;32).
Ah! Eles não ficaram sozinhos. Surgiu um Caminhante amigo e compreensivo. Um Caminhante agradável, pois no momento de se afastar, eles rogaram: “... Fica conosco, porque já é tarde, e já declinou o dia...” (João 24;29).

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Tu estás te sentindo  sozinho na longa jornada aqui na terra? Sim. Eu sei. Todos nos sentimos assim por vezes... São tantos problemas, tantos revezes. Falamos com uns, comentamos com outros... Mas creia: O Senhor caminha contigo. Ainda que não O vejas; (os teus olhos estão como que fechados, devido a tantas tribulações). Mas, acredite: Ele caminha contigo passo a passo, em cada percurso difícil e te instrui no caminho em que deves seguir.
Se sobes uma montanha, Ele te ergue nos braços e te transporta para o outro lado. Ele sabe melhor que nós, que a subida é íngreme.
Pode começar a agradecer! Podes começar a glorificar ao Senhor, teu Mestre e amigo, pois: 

ELE CAMINHA CONTIGO!!!

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Autora: Pérrima de Moraes Cláudio – 11/1987

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Uma Ilustração sobre a Restauração de Vidas!



“O TOQUE DA MÃO DO MESTRE”

“Todo arranhado, em estado lastimável” -  pensava o leiloeiro, do velho violino. “Valeria perder o seu tempo tentando leiloá-lo?”  
Pessimista, ergueu sorrindo, o velho instrumento e gritou:  
“Quanto me dão? Quem fará o primeiro lance?” 
“Mil cruzeiros!” - oferece alguém. (Mil cruzeiros). 
“Mil e quinhentos!”-  oferece outro. 
E o leiloeiro apregoando. “Dois mil? Dois mil, dou-lhe uma , dou-lhe duas, dou-lhe...”
Subitamente fez-se silêncio: um senhor de cabelos grisalhos se levantara lá no fundo da sala. Aproximando-se do leiloeiro, pegou o velho violino, limpou-o da poeira que o encobria, apertou-lhe as cravelhas, afinou-lhe as cordas. 
E, tomando o arco, colocou o violino em posição, entre o queixo e o braço, e começou a tocar. A melodia que dele se extraiu era pura e doce, bela, quase celestial. Quando parou de tocar, entregou o violino ao leiloeiro, e este, erguendo-o com o  arco, com voz doce e serena apregoou: 
“Quanto me dão pelo velho violino? 
“Cem mil cruzeiros! “Cem mil!”– ouviu-se uma voz.  
“Quem dá duzentos mil? “Duzentos mil” – ofereceu outro. 
“Quem dá trezentos mil?” “Trezentos mil!”- ofereceu outro. 
“Quem dá trezentos mil?” “Trezentos mil!” – confirmou o terceiro. 
“Trezentos mil! Dou-lhe uma, dou-lhe duas dou-lhe três!”-  e brandiu o martelo.
O público aplaudiu, mas surgiram protestos: “Não compreendemos” – diziam eles. “O que o fez valorizar tanto?”  “O toque das mãos do mestre.” – respondeu o leiloeiro.

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Muitas pessoas, cujas vidas desafinadas como as cordas do violino, foram prejudicadas pelo pecado; se vêem marginalizadas e o valor de suas vidas é cotado baixo, a um público desinteressado. Como aconteceu com o velho violino. São vidas mal aproveitadas, que aos olhos de muita gente, pouco valem. Pouco, pouquíssimo, quase nada... Mas surge o Mestre. A multidão insensata não pode entender muito o valor de uma vida e a mudança que nela se opera, quando tocada pela Mão do Mestre.
“Jesus profundamente compadecido, tocou-o... no mesmo instante lhe desapareceu a lepra.” -   Marcos 1;41-42.
“Certa mulher... veio por detrás e Lhe tocou na orla da veste... Jesus disse: Quem me toucou?... Alguém me tocou, porque senti que de mim saiu poder.”  Lucas 8;44-46.

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Colaboração de Heloísa Helena Zachello, transcrito por sua mãe, Zuleika – (In memoriam) – 16-11-1994

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Uma Poesia sobre a vinda de Cristo!



"Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará..." -   I Cor. 15;52

"QUERO OUVIR O SOM DA TROMBETA!"

1
Sei que um dia haverá,
alcançando toda a terra
um evento importante:
Será a vinda de Cristo,
precedida por uma 
trombeta mui retumbante.

2
Muitos aqui estarão
absortos, em seus afazeres...
em todo o seu labor.
Outros porém hão de estar
a repousar em seus leitos,
em um sono reparador.

3
Quero estar preparado,
quando a forte trombeta
lá no espaço ecoar.
Quero ouvir o benvindo
do meu Salvador Amado,
para no céu eu entrar.

4
Estando em reverência,
lendo a Bíblia Sagrada
nos momentos meus,
quero ouvir o toque
da bela, harmoniosa 
e celeste trombeta de Deus.

5
Se acaso eu estiver,
a contemplar lindas ondas
diante do grande mar,
quero ouvir o sonido
mui lindo daquela trombeta;
vêr meu Jesus retornar!

6
Lá na Casa de Deus,
louvando ao meu Senhor
e também O adorando...
Quero ouvir mui feliz
o belo som da trombeta
pela terra ecoando.

7
E se eu também subir
as elevadas montanhas
e paisagens observar...
Quero ali escutar
o sonido da trombeta,
de beleza sem par.

Não importará neste dia,
onde quer que eu  esteja:
na terra, no ar ou no mar:
quero estar em atenção
ao estrugir da trombeta
quando Jesus me buscar!!

** * * * * * * * * * * *
Autora: Pérrima de Moraes Cláudio - 27-03-2009

domingo, 6 de setembro de 2015

7 de Setembro de 2015 - Independência do Brasil!

“BRASIL”

Brasil, seus filhos hoje  aqui estão de mãos dadas, vibrantes, com toda a força que a união encerra, nessa mistura de raças, nessa grandeza de pensamentos.
Meu Brasil, é preciso traçar seu perfil nos versos do poeta brasileiro, rimar sua beleza, cantar seu ritmo, sonhar ao som de suas maravilhosas cascatas; viver um só ideal, uma só bandeira, uma só canção de liberdade.
A natureza buscou todas as flores ao orvalho das auroras e o transformou neste jardim, tapete verdejante destas lindas terras. Nesta apoteose de cores, cantamos em uníssono o seu hino, numa demonstração de fé, de contemplação e paz. Estamos conscientes da importância inaudita da integração de forças.
Brasil, somos  gente que aprendeu a amá-lo e nossa alegria é imensa por vê-lo caminhando em busca de nobres ideais, novas  diretrizes, com a mais profunda vontade de acertar.
Nas páginas eternas de sua história, brilha, ainda hoje, a auréola resplandecente dos heróis, comemorando as vitórias, as conquistas e o destemor.
Brasil das colinas verdejantes, do Cruzeiro do Sul, das jangadas, do Amazonas.
Brasil das vitórias-régias, do manancial de cores, das manhãs radiosas, em constante primavera. Pátria cujo coração bate ao compasso do entusiasmo do seu povo herói.
Terra de Santa Cruz, imensa cruz, sobre a qual reclinamos a cabeça, como num altar, em prece fervorosa, numa constante ação de graças.
É preciso contar que este chão não é uma dádiva do céu, somente. É o resultado de muitas vidas que se deram em renúncia; vidas que não morreram – transformaram-se em mais vidas.
Nossa saudação é dos que sabem sorrir, é dos que sabem amar, é dos que sabem ficar e jamais se negam de partir, se preciso for.

IVONE BOECHAT
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"VISÃO MISSIONÁRIA – 3º trim. 2012"

domingo, 30 de agosto de 2015

Uma poesia sobre a Salvação!


"E ouvindo  que era Jesus de Nazaré, começou a clamar, e a dizer: Jesus, Filho de Davi! Tem misericórdia de mim."  Marcos 10;47

"O CEGO DE JERICÓ"

1
Ele era um pobre cego
abatido, por sua má sorte,
à beira de um  caminho,
vivia assim mendigando.
Esperando ali receber,
qualquer ajuda que fosse...
Ouvindo só o burburinho
de quem estava passando.

2
Ele era um pobre homem,
tristonho e solitário;
levando a sua carga
mas no coração, a esperança.
Quem sabe ali, algum dia,
tudo para ele mudasse?
E se também, ele tivesse
no coração, confiança?

3
Mas, eis que de repente,
ouviu passar a multidão.
Sentiu que havia algo
mais diferente no ar...
Soube então, por alguém,
que era Jesus quem passava;
e logo, clamou em alta voz,
que o Senhor o viesse tocar.

4
- "Jesus, Filho de Davi,
tem misericórdia de mim!"
Clamava assim mais e mais,
pela compaixão do Senhor.
E o Mestre, ouvindo ao aflito,
a Bartimeu atendeu.
Com o Seu coração amoroso,
dispensou-lhe o Seu favor.

5
O cego, deixou a sua capa,
e para o Mestre, correu.
sabia que ali estava a benção;
teve fé, o filho de Timeu.
O Senhor, restaurou-lhe a visão.
Ele então, pôde ver a luz.
Ver os homens, a natureza,
e o Rosto do Bom Jesus!

6
Tateando em meio as trevas, 
quantos hoje, ainda existem,
à beira de um caminho
e com as mãos estendidas...
Mendigando uma ajuda,
cegos pelo pecado;
com suas mentes confusas
e com a alma ferida...

7
Porém, se agora com fé,
clamarem ao Senhor Jesus;
por Sua misericórdia,
Sua ajuda e Seu favor,
seus olhos, de imediato
serão abertos também.
eles verão a Luz, e
do grande Deus, o amor!

8
Se vierem a deixar a capa,
do pecado tão vil,
não mais irão mendigar
à beira de um caminho.
Serão novas criaturas,
felizes e por fim libertas;
seguindo a Cristo Jesus
e tendo d'Ele o carinho.

* * * * * * * * * *

      Autora: Pérrima de Moraes Cláudio
   

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Uma Ilustração sobre a Oração!



“AUXÍLIO PELA ORAÇÃO”

Certo negociante crente iniciou um negócio por conta própria, tendo economizado algumas centenas de libras, que, visando maiores lucros, empregou na fabricação de certo produto que, infelizmente, não teve a saída que havia imaginado.
Em um sábado, ao chegar em casa, contou o fato à sua esposa. Esta, que era uma fervorosa discípula de Cristo, sugeriu-lhe que expusessem o caso ao Senhor. Ambos se ajoelharam e oraram fervorosamente a Deus, pedindo lhes abençoasse o negócio.
No domingo foram assistir os trabalhos da Igreja de que eram membros.
Na segunda-feira seguinte, o esposo, antes de deixar o lar, orou novamente, pedindo a sua direção para os seus negócios, no que foi acompanhado pela esposa.
Logo depois de haver chegado ao seu negócio, apareceu-lhe um freguês que lhe perguntou se tinha à venda um determinado artigo. Mostrou-lhe o que possuía. Depois de examinar o artigo, o freguês aconselhou-o a que nele fizesse alguns melhoramentos, que por ele mesmo foram sugeridos. O negociante, achando razoável as ponderações do freguês, não  teve dúvida em aceitá-las. O artigo foi melhorado e, depois de novamente exposto à venda, teve uma grande saída.
O negociante e a esposa deram graças a Deus pelo auxílio que lhes havia concedido. O freguês nada mais foi do que um instrumento nas mãos divinas para auxiliá-los na solução do seu problema. Bem escreveu Tiago: “Não tendes porque não pedis. Pedis e não recebeis porque pedis mal.” – Tiago 4;2-3.

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De:   “REVISTA DO PREGADOR” -  2º trim. de 1956

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Uma Crônica sobre a Salvação e um Poema sobre Missões



“... Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo.”  -  Romanos 14;10

                                  "O  TRIBUNAL"                                       
                        
O JULGAMENTO DE JESUS:

O nosso Bom Jesus, antes de chegar ao Calvário, onde sofreu para nos dar a salvação, enfrentou um tribunal. Preso, foi traído, negado e diante de Pilatos, passou por julgamento, onde o povo enfurecido, clamava para que Ele fosse crucificado, em lugar de Barrabás. Sim, o nosso Mestre enfrentou sozinho, um tribunal. Terrível tribunal. Triste tribunal. (João 19;13).

O JULGAMENTO DOS SALVOS:

Todo aquele que é salvo em Jesus, tem o dever, a missão de proclamar ao mundo, o que Cristo fez para o salvar;  esta salvação, deve ser anunciada a todos. Deve o crente em Cristo, exercer um dom, que é dado por Deus. (Mat. 25;14 e 15) Todos temos, um dom, um talento, que devemos descobrir qual seja e com o talento que o Senhor nos conceder, ganhar almas para o Seu reino, pois teremos, de num futuro bem próximo, enfrentar um tribunal, para sermos julgados pelas nossas obras; todo o trabalho que fizermos para o Mestre. (Apoc. 22;12). Que possamos, diante do tribunal de Cristo,  apresentarmos bons frutos do nosso trabalho.

O  JULGAMENTO DOS ÍMPIOS:

Sabemos que por muitos séculos, o Evangelho de Cristo, tem sido anunciado ao mundo. A Palavra tem sido semeada através da Bíblia, folhetos, Campanhas Evangelísticas, missionários nos campos distantes e atualmente, até pela mídia . (Marcos 16;15). Mas, mesmo assim, muitos não têm dado crédito à Palavra de Deus. Zombam, desprezam e até perseguem os que A proclama... Muitos já partiram, sem a graça da salvação, porém, haverá o dia do acerto de contas de cada um, diante do tribunal de Cristo. (II Cor. 5;10), e aqueles que O rejeitaram, receberão a sua sentença.
. . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Amigo, receba a Jesus em teu coração, pois Ele muito sofreu para te dar a salvação eterna. (Tito 2;11). Por amor de ti e de  toda a humanidade, Ele enfrentou um tribunal, enfrentou os Seus algozes, foi condenado, enfrentou a dura cruz... mas ressuscitou, vencendo a morte, para
te livrar da condenação eterna, quando estiveres... diante de um tribunal. (João 12;48).
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Autora:  Pérrima de Moraes Cláudio -  Em 19-05-2014 .-


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“SÓ HÁ UMA RESPOSTA”

Ouve:
de perto,
de longe,
de muito longe, chega o clamor.
De nossa terra,
de outras terras.
Em nossa língua,
em outras línguas:
“Queremos luz!
- é o grito das nações pagãs
que vem atravessando o imenso mar.”
Lembra:
desde o princípio,
há milênios,
dia após dia,
chega a voz do alto:
“Quem  há de ir por nós?
Como invocarão aquele em quem não creram?
Como crerão naquele de quem não ouviram falar?
Como ouvirão, se não há quem pregue?
Como pregarão, se não forem enviados?
Pensa:
Lá fora está o campo imenso,
tão branco, que esperar não pode.
Lá estão os que obedeceram,
Os que disseram:
“Eis-me aqui.”
São poucos,
são muitos poucos,
São frágeis,
são muito frágeis.
Ouve,
lembra,
pensa,
sente e responde:
“Tudo quanto nos ordenaste faremos,
e aonde quer que nos enviares  iremos.

É uma ceifa,
é uma guerra.
E eu fui.
tu foste, 
nós fomos convocados
para ceifar, 
para batalhar,
para apressar a volta do Redentor.

Ouve o clamor que vem de perto,
o grito que vem de longe,
em nossa língua,
em outras línguas.
Ouve o clamor dos perdidos,
dos condenados,
dos sem esperança,
dos que caminham para a morte:
“Queremos luz!
- é o grito das nações pagãs
que vem atravessando o imenso mar.”
Ouve a interrogação que vem do alto:
“Morri, morri na cruz por ti;
que fazes tu por Mim?”

É hora de ceifar.
É tempo de batalha.
Na guerra santa  contra o pecado,
aquém do Jordão, quem ousa ficar?
Quem ousa dormir, deixando que lutem
sozinhos lá fora os que obedeceram?

Eu fui,
tu foste,
nós fomos convocados.
Nesta hora decisiva,
só há uma atitude a tomar,
um hino a repetir:
“Sim, marchar avante!
Todos seguindo a divinal bandeira!
Sim, marchar  avante! Unidos, firmes sempre
no avançar!
Glória, glória, eis que canta a multidão!
Consagrai-Lhe todo o vosso coração,
pra Jesus obedecer!
E, ao cumprir o seu querer,
entoai louvores altos! Avançai!

É hora de responder
com os lábios,
com o coração,
com os bens, 
com a própria vida:
“Tudo quanto nos ordenaste faremos
E aonde quer que nos enviares iremos.”

Lembra-te do clamor de perto,
de longe, 
de nossa terra,
de outras terras,
em nossa língua,
em outras línguas:
“Queremos luz!.”

Ouve a interrogação
que vem do alto:
“Morri, morri na cruz por ti;
Que fazes tu por Mim?”

Ouve
lembra-te,
pensa,
sente e responde
com tua oração, 
teus bens
e tua vida:
“Eis-me aqui!”

       De: “MENSAGEIRAS DO REI’  -  1º TRIMESTRE DE 1996.-

Myrtes Mathias
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